segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O prato que também é panela chega à decoração

Tajine é palavra árabe que embebe em si diferentes fins. Tajine é o nome de um prato característico dos países árabes. O mais comum é tajine de cordeiro que em muito se parece com o nosso ensopado de borrego. Mas é possível também experimentar tajine de peixe, de frango, vaca.

O nome deste prato deriva da panela onde é cozinhado. Trata-se um prato de barro com uma tampa de formato cónico que impede a saída do vapor durante a cozedura. Esta panela é designada tajine. Pode ser da cor do barro mas há muitas tajines pintadas, tornando este utensílio da cozinha árabe peças únicas.

Tajine é um nome a guardar, pelo bem que sabe na mesa, mas também porque uma tajine fica bem na estante da sala. De diversos tamanhos, combine a sua tajine com uma escultura, coloque-a junto à garrafeira com uns frutos secos. A sua casa vai ganhar o místico ambiente árabe.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Beterraba em bolo


A beterraba é um legume que parece despertar amores extremos. Ou se odeia, ou se adora. Nós andamos a explorar aplicações deste legume cheio de benefícios para saúde. É rico em ácido fólico, é um excelente anti-inflamatório que nos ajuda a proteger dos efeitos do envelhecimento e, entre outras potencialidades,  ajuda a limpar fígado, um dos órgãos mais sobrecarregados do corpo, com mais de 500 funções incluindo limpeza de toxinas, remoção de excesso de hormonas e ajuda na metabolização de gordura.

A beterraba pode ser consumida, crua ou cozida (neste caso lave a casca e coza com a casca para não perder a lindíssima cor). Nós fomos testá-la em bolo e o resultado foi um colorido bolo seco cheio de sabor.

Uma ideia para experimentar neste fim-de-semana prestes a começar.




sábado, 25 de janeiro de 2014

Almofadas com caroços de cereja

A cereja é um fruto rico. Bonita à vista, sabe bem ao gosto. Fruto da cerejeira é originário da Ásia, mas também grande sucesso em Portugal. Na região da Beira Interior, a cereja do Fundão cresce e é colhida pela Primavera fazendo as delícias de miúdos e graúdos.

O pequeno fruto arredondado de cor vermelha traz inúmeros benefícios à saúde. A cereja tem propriedades refrescantes, diuréticas e laxativas. É um fruto rico em hidratos de carbono, flavonoides e potássio, aporta quantidades significativas de fibra e contém pequenas quantidades de provitamina A e vitamina C.
E os caroços? Possivelmente deita-os fora, considerando-os desperdício. Mas desengane-se, os caroços podem também ser aproveitados e têm capacidades terapêuticas.

Sugerimos hoje que faça almofadas com caroços de cereja.
Guarde uma boa quantidade de caroços e lave-os. Deixe secar e encham uma pequena almofada ou saco com os caroços. E tem a sua almofada que pode usar aquecida em micro-ondas ou fria, após arrefecer no congelador. No caso de usar quentes, humedeça previamente a almofada e depois coloque no micro-ondas por dois minutos a 600 watts.

Os caroços, devido ao seu isolamento, conseguem reter a temperatura durante bastante tempo e vão libertando o calor ou o frio muito lentamente.
Estas almofadas podem ser um bom substituto dos sacos de água quente. As suas potencialidades são diversas. Servem para aquecer, mas também para alívio de dores musculares, costas, pescoço, cólicas de bebés.

Divirta-se com as coisas de casa e, ao mesmo tempo, poupe dinheiro e recicle.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Hoje é Dia de Reis


Segundo a religião cristã na madrugada de 6 de Janeiro o recém-nascido Jesus Cristo recebeu a visita «de alguns magos do Oriente». A tradição dos Reis Magos terá nascido no século VIII e acrescentou à quadra natalícia três nomes, nomeadamente Belchior, Gaspar e Baltazar. Cada um deles chegou junto do Jesus Cristo com uma oferta.

Na antiguidade, era costume oferecer-se ouro a um Rei, incenso a um Sacerdote e mirra a um Profeta. Por isso Belchior, de raça branca, ofereceu ouro reconhecendo-Lhe realeza; Gaspar, representando a raça amarela, ofereceu-Lhe incenso atribuindo-lhe divindade e, finalmente Baltazar, de raça negra, ofereceu mirra que representava a imortalidade.

Em Portugal, a tradição deste dia manda que hoje haja na mesa bolo-rei, outrora confeccionado com um brinde e uma fava. Quem encontra a fava fica responsável por no próximo ano pagar o bolo-rei. Há ainda o costume de cantar os reis. Grupos de homens e mulheres vão de porta em porta para cantar os reis aos moradores. Se baterem na sua porta, convide-os a entrar e ofereça um pouco das iguarias da casa: doces, enchidos, vinho e, claro, bolo-rei.

O bolo-rei é redondo e alude aos três reis Magos. Este bolo em forma de coroa terá sido popularizado no século XIX e confeccioando pela primeira vez na Confeitaria Nacional, por volta de 1870.
Sobre esta casa pode ler um artigo completo aqui: Confeitaria Nacional - A casa do Bolo-Rei

No dia de hoje encerram-se os festejos natalícios.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A Arte do azulejo

Os azulejos são peças de decoração que acompanham os portugueses há vários séculos.

Aqui podemos acompanhar em imagem o trabalho da azulejaria:

 

A força dos braços aplica-se no rolo para esticar o barro. Carlos está na São Simão Arte há muitos anos e já sabe que a manhã e a tarde são as melhoras horas do dia para esticar o barro.

Fonte: Café Portugal

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Ilumine o Natal


Natal só é Natal se houver luzes acesas, a piscar ou simplesmente a reflectir magia. Sejam brancas ou coloridas as luzes natalícias dão um brilho único à arvore e não só!

Neste Natal, ilumine a sua casa de forma original, não use as luzinhas mágicas apenas na sua árvore de natal.

Ilumine as suas janelas de forma simples, com as luzes certas, quer seja pelo interior ou pelo exterior e dê uma decoração mágica, de conto de fadas, à sua casa.

Para uma decoração diferente e de grande impacto, coloque as suas luzes de natal dentro de uma grande jarra de vidro e coloque-a no hall de entrada, uma em cada ponta do corredor/escadas ou junto lareira entre os sofás. O mesmo pode aplicar-se a garrafas mais pequenas que iluminam de forma criativa o cento da sua mesa de Natal.

A sua coroa de Natal está desactualizada? Então ilumine-a entrelaçando-a com as pequenas luzes cintilantes de Natal.

Uma outra sugestão passa pelos seus espelhos, cubra-os com fios de luzinhas de Natal e confira-lhes um visual verdadeiramente natalício e de magia.

Aproveite o que tem em casa e Divirta-se com a sua decoração!
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Tricotar a história e técnicas das «Malhas Portuguesas»

Nos dias de frio anunciados, procuramos abrigo em toda a parte, a começar pela nossa roupa. Uma camisola de lã é tão bem-vinda neste Outono rigoroso. Vestimo-la apressadamente – o dia-a-dia assim o exige – sem pensarmos no trabalho envolvido na confecção da camisola tricotada.
A malha é certamente recordação que todos temos da infância. Quem não se lembra de ver a avó e a mãe com duas grandes agulhas na mão a envolver fios de lã? Um saber fazer que pode agora ser explorado no livro «Malhas Portuguesas – História e prática do tricot em Portugal, com 20 modelos de inspiração tradicional» de Rosa Pomar.
Rosa Pomar explica no seu livro que, apesar da informação sobre as malhas ser escassa, «é mais ou menos assente entre os investigadores que a malha terá surgido no Norte de África por volta do século XI e que a sua entrada na Europa se tenha feito pela Península Ibérica e por mão muçulmana».
Da história, passamos para capítulos sobre a lã, sobre diversas formas de tricotar. Há ainda algumas dicas do que fazer, como uma bolsinha, gorro, uma mala. Um livro para ler de um fôlego e desfrutar das imagens.
O livro, da Civilização Editora, conduz o leitor sobre a história das malhas em Portugal, as matérias-primas (lã, algodão, linho…), o que pode ser feito em malha, as técnicas. Uma obra que nos conduz pelo mundo das lãs e das agulhas de tricot, revelando um pouco no nosso saber fazer que parece, nos últimos anos, ganhar novos adeptos.
Nestes dias frios sugerimos uma leitura «quentinha» com «Malhas Portuguesas – História e prática do tricot em Portugal, com 20 modelos de inspiração tradicional».